O comprovante é o documento que mais circula depois de um pagamento: vai para o fornecedor, para o cliente, para a contabilidade. Ele merecia contar a história da transação de um jeito que qualquer pessoa entendesse em segundos. É isso que a nova versão faz.

O que mudou no documento:
- A resposta vem primeiro. O topo mostra o selo de status (verde para confirmado, laranja para pendente, vermelho para falha) e, logo abaixo, o ícone de resultado com o valor pago em destaque. Deu certo ou não, e quanto foi: as duas perguntas respondidas antes de qualquer leitura.
- Dados organizados por seção. Destino e Origem aparecem em blocos separados, cada um com nome, documento, chave Pix, instituição, agência e conta. As informações técnicas (identificador, endToEndId, data e hora) ficam em uma seção própria, sem se misturar com o essencial.
- Privacidade por padrão. O CPF de quem participa da transação sai mascarado no documento, mostrando só os dígitos necessários para conferência.
- Rodapé que ajuda. O comprovante termina com uma dica prática: como localizar a transação no extrato do banco pesquisando pelo endToEndId.
Por trás do visual, os comprovantes agora nascem de uma biblioteca de componentes compartilhada. Na prática, isso significa consistência: o comprovante de uma transação Pix e o de uma devolução seguem a mesma linguagem visual, e os próximos documentos herdam o padrão automaticamente.
O novo modelo já vale para os comprovantes de transação Pix e de devolução.
